Com Bob

Com Bob

Com Bob na mente entrano em musicalidade na fonte
Com a cadeira em meio à escuridão nuturna do sertão no inverno
Com umas vidas verdes ao redor e o céu aberto.
Ah sim! E aquele céu nublado tampano a lua minguante, desesperada
Ele tão cruel envolveno ela no roubo de seu brilho perdida
E a única estrela que resistia dançante com Bob
Oh Bob, tu salvas!
Foi quando lhe disse: tu és a única estrela brilhano!
E um vagalume  piscano em reclamação e todos os restantes como uma patrulha de implicação
Não estou falano nessas estrelas mais chamegadas de próximas
brilhano aí na minha avó tamarina transcendentalizada no tempo
Já oca de velha, sorri.
Que familiaridade! Exclamou.
E a bruxa em aparência, sentada ainda na escuridão com Bob
Bruxa erveira que fala com a lua, feito uma maluca. Beleza!
Toda relaxada lá, feito um chá de capim-santo. Que santo?
Bruxa!

 

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